A verdadeira história do Brasil
A verdadeira história do Brasil
Começaremos recontando, de forma bastante resumida, a história de nosso país, para contextualizar e entender como chegamos onde estamos. Para maior clareza, o faremos comparando-a, em alguns pontos, com a história dos Estados Unidos, pela simples razão de este ser um país que tem a mesma idade que o nosso, mas que é, sem dúvida, muito mais bem sucedido.
A descoberta:
Todos sabem, ou deveriam sabê-lo, que isso é uma mentira. Como diz um famoso e insignificante personagem do atual cenário político brasileiro, um “trololó”. A América, o continente americano, não foi “descoberto” pelos europeus, mas sim invadido pelos europeus. Todo menino de 1ª série se desconcerta com essa estória, quando a ouve pela primeira vez, com a seguinte pergunta na cabeça: “mas como foi descoberto, se já haviam os índios por aqui? Então quem descobriu foram os índios…” E a professora de história continua, como se nada tivesse acontecido, com o relato do mito inventado para fundar e escamotear nossa história, e aos poucos, aquele menino engole o mito goela abaixo.
Ora, meu querido leitor: os Vikings já haviam navegado até o Canadá; existem mapas árabes do século XI que ilustram perfeitamente o litoral nordeste do Brasil; existem inscrições fenícias em sítios arqueológicos no Brasil; existe cerâmica chinesa, de 3000 anos atrás no Chile; resíduos de cocaína já foram encontrados em múmias egípcias! Essas são só algumas entre tantas evidências de que a existência de terras além do oceano, atlântico ou pacifico, terras habitadas, cultivadas, era conhecida no continente europeu.
Não caro leitor, não foi para provar que a terra era redonda que Colombo empreendeu sua viagem. Que a terra era redonda, já se sabia perfeitamente desde os tempos dos gregos antigos, inclusive, eles já sabiam inclusive qual era o raio da terra, que pode ser facilmente calculado, sem precisar dar a volta no planeta com um navio. Nos tempos de Colombo, só os bobos da corte pensavam que a terra fosse achatada como uma panqueca. Não meu caro leitor, não foi um vento, ou um erro de cálculo, que desviou as embarcações da frota de Cabral para o litoral baiano. Eles não eram tão mal navegadores assim. Foi a corrida pela exploração, contra os espanhóis, o vento que desviou Cabral.
Pois bem… essas palavras iniciais servem só para isso, para estabelecer que o mito da origem do nosso país é uma mentira. E podemos chamá-la agora de mentira fundamental, sobre a qual se construirão tantas outras.
A colonização:
Os portugueses foram mais sortudos: pisaram em solo brasileiro, e encontraram as riquezas que buscavam e uma população relativamente pacífica, ou significativamente inferior em termos bélicos, o que lhes proporcionou uma exploração mais eficiente, desde o primeiro dia. Os espanhóis, especialmente na America central e Andina, tiveram que guerrear mais arduamente para poder roubar o ouro. De um jeito ou de outro, nos dois casos, houve um extermínio quase completo da população nativa e a exploração imediata das riquezas, com consequente escravização nos “preguiçosos” nativos remanescentes.
No Brasil, podemos resumir o processo mais ou menos assim: o rei de Portugal achou uma enorme fazenda, e agora, para administrá-la, dividiu-a em vários pedacinhos, e entregou cada pedacinho a um amigo. São as capitanias hereditárias. Ou seja, o Brasil começa com uma divisão de seu território entre amigos do rei.
Já na America do Norte as coisas foram diferentes. Os ingleses, estimulados por humilhantes derrotas aos espanhóis em águas européias, logo entraram na jogada, afastando estes últimos e ocupando os territórios da costa leste americana. Tais territórios eram relativamente independentes entre si, não um grande fazendão a ser dividido, mas sim várias pequenas fazendinhas independentes umas das outras, mas que, porém, ainda se submetiam à coroa inglesa.
A Independência e a “Independência”:
O movimento para a independência americana, isto é, para se livrar do domínio das cortes européias, nasceu, digamos, de baixo. Podemos até dizer, “do povo”. Trata-se de um processo que envolveu todas as “colônias” (as pequenas fazendinhas), que se uniram contra a coroa inglesa em uma guerra (que se aproveitou dos conflitos entre os ingleses e os franceses). Ou seja, houve uma guerra de fato, cujo motivador era a vontade popular, e cujo objetivo era criar um país que não deveria nada à coroa inglesa, que não se submeteria mais a ela, um país com identidade própria. Venceram a guerra, e a aliança feita para vencê-la criou a união das colônias que agora seria chamada de “Estados Unidos da America”, sob uma constituição criada em conjunto entre os representantes dos vários estados, e que colocaria no governo dessa união não um príncipe, não um imperador, mas um presidente. Teve início o processo de construção de um país, inclusive com sua expansão para o oeste.
Já o movimento para a independência brasileira foi completamente diferente. Cagando de medo de Napoleão, o rei de Portugal e sua corte fugiram para o Rio de Janeiro e lá continuaram suas atividades. Ao passar o perigo napoleônico, o rei retornou para Portugal deixando para trás seu filho, o tal Dom Pedro. Esse, sob a influência dos barões paulistanos do café e de outras iguarias, resolveu que não queria mais “prestar contas ao papai”, e resolveu “declarar independência”. Tirando alguns pequenos conflitinhos armados sem qualquer relevância, o rei de Portugal deixou por isso mesmo, e o príncipe de Portugal, o filho do rei, se declarou imperador, e introduziu em sua corte os barões que lhe garantiram o apoio. Resumindo, nada mudou.
Resumindo mais ainda, absolutamente nada mudou. A única diferença mesmo, de fato, era que ao invés de engordar somente o rei de Portugal e sua corte, a exploração das riquezas do Brasil agora serviria principalmente para engordar o filho do rei e seus barões.
E as coisas continuaram assim, até que se passou à republica, uma metamorfose puramente estética. Basicamente, no lugar do filho do rei, ou do neto do rei, agora viriam os barões, um de cada vez, revezando.
Todo esse processo, que durou alguns séculos, serviu, entre outras coisas, para aumentar o fosso que separava a elite, os barões, suas famílias e seus protegidos, da grande maioria da população, que trabalhava produzindo as riquezas para engordar essa elite. Um fosso material, mas também um fosso cultural.
Enquanto nos EUA se fundavam universidades, no Brasil a elite enviava os filhos para estudar na Europa. Enquanto os EUA crescia, se industrializava e se desenvolvia, o Brasil permanecia inerte, permanecia a grande fazenda dividida entre amigos, com a senzala e a casa grande, apenas com nomes diferentes. Enquanto as elites liam os jornais europeus e se lamentavam de não serem europeus, a grande massa capinava.
Ou seja, no Brasil, nunca ouve uma independência de fato, apenas de direito. Essas mesmas elites continuavam serviçais das cortes européias, e as massas serviçais da elite.
Paralelamente a isso, foi-se criando alguns preconceitos e divisões: “Nós, da elite, somos mais próximos dos europeus que dos outros brasileiros. Estes, são apenas a massa que serve a nossos interesses”. A lógica é muito simples: “Nós servimos aos europeus, e eles, os brasileiros, nos servem”. Basicamente, a elite brasileira se transformou numa espécie de classe intermediária. Os europeus continuavam a explorar as riquezas do Brasil, e essa elite era seu “contato” local, sua ponte, eram aqueles que viabilizavam seus planos - em troca, evidentemente, de alguns favores, de uma “aproximação”, de alguns agrados.
O processo de colonização e exploração das riquezas continuava, apesar de tudo.
O complexo de vira latas:
Diferentemente do que se crê, o “complexo de vira-latas” que foi se desenvolvendo com esse processo não é um problema que atinge a maior parte dos brasileiros, os mais pobres. Pelo contrário, esses nem sequer pensam nisso, e se sofrem o efeito disso, é por vias indiretas. O complexo de vira latas é um fenômeno que atinge principalmente a elite brasileira. Essa posição intermediária que ela ocupa, que a coloca numa situação de crer ter “alma” e cultura européia, mas ter nascido e crescido no Brasil e, principalmente, para os olhos dos europeus serem eles sempre e para sempre “brasileiros” dilacera seus corações.
Em outras palavras, esse elite baronesca brasileira, não se vê como “brasileira”. Como travestis que crêem serem almas femininas em corpos masculinos, se crêem “almas” européias em “corpos” brasileiros. E diante da angustia psicológica causada por essa situação intermediária, dividida, não encontram outra alternativa a não ser fazerem ainda mais favores aos europeus (hoje, também, aos norte americanos, que jamais tiveram complexo de vira-latas), na esperança vã e fútil de serem reconhecidos como “um deles”.
Isso ainda interage com os aspectos etnicos, a “miscigenação” das raças no Brasil. Mais uma vez, diferentemente do que aconteceu nos Estados Unidos, onde houve um conflito racial claro e aberto, culminando com a eleição de um presidente negro, no Brasil tal conflito nunca existiu. Pois os europeus, desde Cabral, apesar de se crerem superiores, não tiveram escrúpulos, como não tem até hoje, em copular com os exótico nativos inferiores, produzindo o “somos todos moreninhos” que “faz de conta” que não existe racismo no Brasil. Pelo contrário, esse faz de conta só serve para escamotear e amplificar o complexo de vira latas, pois o racismo no Brasil não é um racismo de pele, mas um racismo de “alma”. Somos todos moreninhos, é verdade, mas minha alma é branca, a sua não.
Em suma, a elite brasileira, boiando sobre seu complexo de vira latas, não é nem brasileira nem européia. Mais precisamente, foge de ser brasileira e almeja ser européia.
O último século:
E as coisas continuaram nesse ritmo, até que eventos na Europa repercutiram também no Brasil, levando a uma primeira grande chance de verdadeira independência.
Essa primeira grande chance se deu através da subida ao poder de alguns barões que haviam resolvido de forma diferente e mais saudával seu complexo de vira latas. Acreditavam eles que não era dando o cu para os europeus que suas angústias vira latenses seriam amenizadas, mas reforçando, solidificando e afirmando uma identidade brasileira. E para isso, seriam necessárias amplas reformas, a começar pela inclusão daquela massa de descendentes culturais da escravidão na equação, os de alma preta, promovendo a união do país, que exige uma mais justa distribuição das riquezas, na afirmação dos valores nacionais, e tantas outras coisas. Ou seja, com quase dois séculos de atraso, fazer algo semelhante ao que fizeram os norte americanos.
No entanto, isso não agradou aos barões da elite, que em função de suas consciência obtusas e na “primitivez” de suas atitudes, não viam outra alternativa para amenizar a angustia do complexo de vira latas que não continuar servindo de intermediários à colonização e exploração.
Nessa época, algumas modificações no cenário internacional e nacional haviam acontecido. Os estados unidos haviam se solidificado, e tendo conquistado uma esmagadora vitória na segunda guerra mundial, salvando os “cultos” e “civilizados” europeus da ameaça nazista, tinha agora a eterna gratidão da Europa que, agora, estava aos seus pés. A balança do poder mundial havia mudado de lado. O campo de exploração dos barões vira latas brasileiros também havia mudado um pouco. Já haviam rudimentos de industrialização, mas principalmente, começavam a se formar os impérios da comunicação, como por exemplo, as organizações globo e a folha de são paulo. Além disso, a Europa agora não era mais a única a quem esses barões invejavam, almejavam e serviam. Destruída pelos seus próprios conflitos internos, esta cedeu lugar nas angustias vira latenses dos barões aos Estados Unidos da America.
Foi quando, com amplo apoia dos barões e seus servos alienados, além da “inteligência” norte americana, ocorreu o golpe militar brasileiro. Este golpe, que depôs e afastou aquela primeira chance de verdadeira independência do Brasil, teve como objetivo geral impedir que o status quo criado ao longo de 464 anos, e acima descrito, mudasse. Com isso, e com o amplo apoio dos barões-elite vira latenses do Brasil, inclusive com os novos impérios da comunicação, seria possível frear o desenvolvimento do Brasil, permitindo que os líderes no cenário internacional continuassem alargando suas vantagens, e consolidando o Brasil como um paraíso tropical onde a riqueza poderia ser explorada, os ricos do mundo poderiam passar férias agradáveis e encontrar um povo hospitaleiro e servil.
Depois de duas décadas que permitiram a essa “elite”, através da mais brutal e cruel violência contra corpos e almas, abafar significativamente o verdadeiro grito de independência, e diante do mudo clamor popular, o Brasil retorna a uma cambaleanate democracia.
No entanto, o cenário havia piorado significativamente. O caos econômico era alarmante. A distribuição da riqueza (se é que se pode falar que ela era distribuída de alguma forma) era vergonhosa. O fosso social havia gerado inúmeros outros problemas, especialmente em relação à educação e a violência que, diante dos primeiros governos que se seguiram, só aumentaram.
No entanto, um pequeno fenômeno, que se tornaria grande, já começava a se fermentar nos últimos anos da ditadura. Nascido na senzala, na capitania de Pernambuco, imigrante nordestino, ex-engraxate, ex-torneiro mecânico, uma voz, uma força política crescia em meio à classe trabalhadora brasileira.
O Sr. Luiz Inácio Lula da Silva, que vinha do extremo oposto do espectro social do Brasil, onde no outro extremo ficam as elites, aos poucos, com uma paciência invejável, criava seu espaço, e acordava o povo.
No final da década de 80 o grito de independência que esse homem representava e ainda representa, era tão alto, tão estridente, que os barões vira latas brasileiros não tiveram outra alternativa que não inventar um super-herói que poderia nos salvar, não só dos problemas reais que existiam, a desculpa de sempre, como também do grande vilão também inventado por eles, a “ameaça vermelha”, “o comunista comedor de criancinhas”, o Lula.
Colocaram toda sua infraestrutura no negócio, seu dinheiro e seu poder. Transformaram um zé-ninguém desconhecido, mas evidentemente um membro de tal baronato, até então responsável pela exploração da capitania de Alagoas, no John Kennedy tupiniquim, e transformaram Lula, o vilão, em Lech Walessa, fadado ao fracasso. Valorizaram aquilo que tem valor para eles: diplomas, conhecimento, linhagem, etnia, beleza. Enquanto do outro lado, um “anarfa, que não fala inglês…”
Conseguiram uma sobrevida, mas que tão logo teve sua imagem ameaçada, trataram logo de desqualificar seu ex-herói, e de carona em seu vice (Itamar Franco), começaram a construir um outro, o FHC.
Este, por sua vez, que conhecia melhor os subúrbios de Paris que as periferias de São Paulo, pleno de diplomas universitários e prestígio, conseguiu, primeiro como ministro e depois como presidente, um feito importante, reconhecemos: criou bases para a estabilização da economia, e só. Afinal, toda aquela instabilidade não só “pegava mal” no cenário internacional, do qual os vira latas esperavam ainda algum reconhecimento, como também prejudicava seus próprios negócios. Até porque, se nada fosse feito, ficaria cada vez mais difícil segurar o vilão, comedor de criancinhas.
Mas não nos iludamos, FHC trabalhou para a elite. Sucateou o patrimônio brasileiro, beneficiando a si mesmo e aos seus, além dos colonizadores, com tal processo. Ao final de seu governo, os problemas reais do Brasil só haviam se acentuado, e a frágil estabilidade econômica conquistada corria sérios riscos.
Foi então que, apesar de todos os esforços do baronato vira latense de construir, do nada, um novo super-herói, José Serra, finalmente, o povo brasileiro resolveu dar uma oportunidade ao “comunista comedor de criancinhas”, Lula.
Pela primeira vez na história do Brasil, não era um barão que subia ao poder. E pela segunda vez na história do Brasil, não era alguém que representava os interesses do complexo vira latense dos barões brasileiros que subia ao poder. É verdade que Lula precisou ceder, fazer alianças, ficar menos feio. No entanto, não cedeu nos pontos essenciais, e também não aprendeu inglês!
Depois de somente 8 anos, lula tem 80% de aprovação popular. O fosso social e as mazelas criadas durante 502 anos de história começam a diminuir. A grande massa da população começa a ter mais acesso à distribuição de renda, uma consciência e identidade brasileiras, para além de qualquer “complexo de vira latas”, começa a tomar forma. O Brasil começa a ser respeitado no cenário internacional, como um país independente e forte, e não mais como um fazendão cheio de riquezas naturais a serem exploradas - riquezas minerais, corpos exóticos e etc.
Mas os velhos barões dinossáuricos e suas mentalidades obtusas e primitivas temem… e colocam mais uma vez em movimento sua máquina de comunicação e hipnose coletiva, seu poder e seu dinheiro, para retornar ao status quo antigo, e insistir em seus vãos esforços de serem, finalmente, reconhecidos pelos poderes do mundo como “um deles”, se livrando assim, de seus “complexos de vira latas”… Serão necessários ainda algumas décadas, acredito, para que o estrago feito em meio milênio possa ser revertido. Serão necessárias algumas gerações, para que essa mentalidade retrógada e megalítica seja definitivamente extirpada. Ainda falta muito trabalho, para que a verdadeira independência possa ser declarada, e os brasileiros adquiram plenos direitos sobre suas próprias almas.
Este foi um breve relato, extremamente resumido e sucinto da verdadeira história do brasil. O objetivo de fazê-lo é o de contextualizar melhor os argumentos dos textos que seguem, onde pretendo analisar e tomar posição na atual situação política do Brasil. Não sou historiador, então é provável que tenha pecado em alguns detalhes, mas tenho convicção que, na essência, a história do Brasil que contei é a verdadeira.

“E pela segunda vez na história do Brasil, não era alguém que representava os interesses do complexo vira latense dos barões brasileiros que subia ao poder.”…
Desconfio da veracidade dessa afirmação, Zanatta. Pra mim, Lula só conseguiu se eleger justamente porque “vestiu o terno” em todos os sentidos possíveis dessa expressão. Ou seja, deixou de ser o torneiro mecânico sindicalista e virou mais um barão. Não adianta, cara. A estratégia do “herói diploamdo e cheirador de cocaína” já deu o que tinha que dar. O que eles fazem então (eles, no caso, são qos que sempre governaram não só o Brasil mas os EUA e o Mundo, ou seja, os que têm dinheiro e querem mais)? Pensam: “Ah, já que esses otários não querem nos aceitar como somos, vamos enganá-los. Chame cá essa torneiro mecânico. Bota um terno nesse vagabundo. Assim, não só os pobres vão votar nele, mas também nossos compadres burgueses retardados. Ele é ser humano também, não vai resistir ao que estamos a lhe oferecer: uma plataforma de ascenção pro filho dele, uma oportunidade de se sentir “o cara” – coisa que ele nunca se sentiu – e uns bons dólares no bolso”. Foi isso o que pensaram os FDP, filhos do cão, que elegeram Lula…
A única forma de mudar alguma coisa nesse país não é pela via DELES. É pela força, como aconteceu em todas as revoluções que realmente modificaram alguma coisa no mundo…
Bem, essa é minha versão da história… rs
DE todo modo, belo texto.
Não me diga que c votou na marina!!!!! Eu te deserdo!!!!! hahahaha… brincadeira… Eu concordo com vc, meu caro, que o Lula precisou fazer concessões relativamente às suas posturas iniciais. Precisou ceder, fazer coligações e coisas do genero. Caso contrário, seria impossível se eleger. No entanto, acho muito pouco provável que ele tenha se vendido completamente, ou que tenha vendido o essencial. Basta ver os numeros. Além disso, uma revolução comunista não seria possível. Esta só tem 2 possibilidades de ocorrer: quando Deus vier governar em pessoa, ou, caso Deus não exista, ao final de 3a guerra mundial, se o soldado, ao invés de obedecer o general, atirar no general, e se unir ao soldado do outro exército para atirar nos outros generais… quero dizer, a revolução comunista, ou acontece no mundo inteiro de uma vez, partindo do mais capitalista dos países, os eua, que tem o comunismo entranhado no seu “ics coletivo”, se me permite, ou não acontece. Não tem como existir comunismo em um só país, nem em um bloco. E aí voltamos ao Lula… Cara, vc precisa dar um chego aqui na zooropa pra ver o que é crise financeira, o que é desemprego (a taxa média por aqui é 12%), o que é desespero. O Lula, se esforçando por agradar gregos e troianos, sem dúvida, fez uma coisa legal nesse nosso país, e não tem como não ver. E, o cerne do argumento é esse aqui: se estivesse tão bom assim para os “poderosos”, eles não estavam tão afoitos para tirar ele (a Dilma, no caso) fora….
Mas valeu o coment…. durante o mês, a campanha aqui vai ser maciça…
abrs…
Adorei o texto, porém tenho minhas dúvidas perante o torneiro, pois todos que ali chegam tem que se render, por mais que tenha vontade de mudar e fazer a coisa certa. É uma “turma” só que antes se diziam socialistas, comissão da verdade, luta pelas classes, tudo mentira, pois agora todos os supostos idealistas e socialistas estao no poder e pensam somente no seu bem estar e nas suas contas e miches.
Mas o que me indigna não são esses marginais de terno e essas imbecis que assumem pastas do governo a qual desconhecem o assunto e sim, O POVO, que está preocupado com o natal que está se aproximando, o carnaval ( quem será o rei momo ou madrinha da escola tal), o rock in rio que passou, e outras coisa desse tipo, então não podemos reclamar muito dessa política enfadonha e podre, onde todos são corporativistas e cagam em nossas cabeças, pois cada POVO TEM O GOVERNO QUE MERECE.
Mas estou com vc e divulgue sempre mais coisas sobre esses VAGABUNDOS DE TERNO.
nossa civilização ainda engatinha para os moldes da unificação global onde o sentimentalismo de pátria dará lugar á justiça,confraternização e um mundo novo nascerá. Os “efeitos borboletas” das histórias disfarçadas um pouquinho aqui / acolá não foram por acaso.
DEUS esta sempre no controle das coisa apesar de termos LIVRE ARBÌTRIO não seguinifica que temos o controle do cosmo.
Verdades são para serem ensinadas apesar das mentiras serem objeto de espíritos gananciosos que tentam calcular e fazerem suas estórias/ histórias terem sentidos de vantagens financeiras.
O futuro de tudo e de todas nações só tem um caminho; mas sem uma interferência Espiritual onde façam os justos herdarem a terra independendemente de inspiração Bibrica é impossivel acreditar no controle do planeta Terra sem a reencarnação;onde as almas voltam para consertar tudo que fizeram de absurdo, do contrário a inteligencia suprema causa primária de todas as coisas; Esta perdendo para as coisa criadas que ELE DIZ ao nosso coração que
nos AMA.
Cara, que saco heim você com essa conversa fiada! Vai dormir
Puta que o Pariu, o papo estava sério e bom. Aí vem nosso amigo André falando de Deus, interferência espiritual, essa balela não se encaixa nessa conversa, fica fora de contexto. Vamos acordar desse sonho, dessa fácil e ilógica explicação para qualquer coisa. Viva a Vida. Viva Darwim que encontrou a verdadeira explicação.
Pode crer…os portugueses não descobriram mesmo o brasil eles conquistaram, que é bem diferente:.
Qualquer politiko que assuma o cargo de presidente estara fadado a um pré roteiro, ou seja colokem uma arara azul no cargo que tera o mesmo efeito:.
Professores como vcs se curvaram a isso?
Cientistas fujam do governo que fazem vcs esconderem tudo dos verdeiros donos deste Planeta, o povo de todos os paises:.
Alguem indo pra marte? Karona?
não gostei isso não tem resumo
eu gostaria de saber quem foi o autor desse texto
eu vou fazer um trabalho de TCC e gostaria que alguns trechos do texto fisese parte da minha pesquisa.
Minha cara, você perdeu completamente o juízo????? Me explico: 1o) eu não sou historiador, sou só um zé ninguém que um dia resolveu desabafar e falar “o que penso” sobre o assunto. 2o) Da mesma forma, não tenho nenhuma autoridade no assunto, não cito nenhuma “autoridade” no assunto e embora eu creia que a história do Brasil seja exatamente essa, o que eu escrevi não me parece ter o menor fundamento em “autoridades”. 3o) A menos que seu TCC seja sobre “como os alucinados e sem noção interpretam os fatos” (coisa na qual eu não creio que se enquadre o meu texto, mas que sem dúvida seria muito mais fácil de demonstrar), temo que você pode ter problemas… Enfim… não sei. Mas acrescento: eu mesmo já fui professor universitário e já “des-orientei” (como diziam) muitos TCC´s e, de fato, seja para “desqualificar” seja para usar normalmente o meu “textinho”, muito me dá “orgulho” que ele tenha suscitado em alguém alguma inspiração. Então, se é de uma “autorização” que você precisa, não precisava nem pedir pq, se não me engano, em algum lugar nesse blog tá escrito que qualquer um pode fazer o que quiser com o que tem aqui. Mas…… Mas….. Peço-lhe apenas uma pequena e rápida gentileza. É que eu estou transferindo o conteúdo do blog para outro “www” e em breve esse blog aqui vai pro brejo. Mas o conteúdo dele vai estar no blog novo. Na verdade, o blog novo já tá no ar, falta apenas ajustar um pouco o layout de algumas coisas de do material “mais antigo”, mas você não vai achar ele nos “indexadores” (google, bing, etc) pq tá fechado. Mas, se eu te der o endereço exato, vc pode entrar. Então, te peço a seguinte gentileza (só pro meu narcisismo). Entra no mesmo post no blog novo (endereço http://www.rodrigozanatta.com/terra-brasilis/a-verdadeira-historia-do-brasil/) e faz o mesmo comentário lá, e eu vou colar a mesma resposta. Pode ser? Só pq o conteúdo já foi “transferido”, e aí eu não gostaria mesmo de “perder” esse seu “comentário”…. Muito obrigado. De um jeito ou de outro, ganhei o dia. Aproveita e dá uma olhadinha no blog novo…. tá tão idiota quanto, mas tá mais bonitinho…. até.
pode passar o novo endereço… que eu faço o mesmo comentário com o maior prazer!
É só clicar aqui: http://www.rodrigozanatta.com/terra-brasilis/a-verdadeira-historia-do-brasil/